25 Novembro 2014

Opinião: A Todos os Rapazes que Amei (Jenny Han)

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Editora: Topseller (2014)
Formato: Capa mole | 272 páginas
Géneros: Romance contemporâneo, Lit. Juvenil/YA
Sinopse: "Guardo as minhas cartas numa caixa de chapéu verde-azulada que a minha mãe me trouxe de uma loja de antiguidades da Baixa. Não são cartas de amor que alguém me enviou. Não tenho dessas. São cartas que eu escrevi. Há uma por cada rapaz que amei — cinco, ao todo.
Quando escrevo, não escondo nada. Escrevo como se ele nunca a fosse ler. Porque na verdade não vai. Exponho nessa carta todos os meus pensamentos secretos, todas as observações cautelosas, tudo o que guardei dentro de mim. Quando acabo de a escrever, fecho-a, endereço-a e depois guardo-a na minha caixa de chapéu verde-azulada.
Não são cartas de amor no sentido estrito da palavra. As minhas cartas são para quando já não quero estar apaixonada. São para despedidas. Porque, depois de escrever a minha carta, já não sou consumida por esse amor devorador. Se o amor é como uma possessão, talvez as minhas cartas sejam o meu exorcismo. As minhas cartas libertam-me. Ou pelo menos era para isso que deveriam servir."
Oh joy! Um livro da Topseller que não me apetece atirar para o outro lado da sala devido à frustração e ao facto de ter gasto os meus preciosos euros em livros parvos!

Sem ofensa, a Topseller e outras editoras têm de começar a perceber que o facto de ter estado na lista de bestsellers do New York Times não torna um livro bom. Aliás, já ouvi dizer que esses lugares podem ser comprados. Seja ou não verdade, a verdade (eh) é que a maioria dos supostos “bestsellers” são-no porque o livro foi sujeito a uma massiva campanha de marketing. Ok, pode ser que a minha irritação com muitos dos livros que li ultimamente da Topseller se deva ao facto de não ser a maior fã do género (James Patterson e Samantha Hayes que escrevem dentro do género do thriller) em que se inserem, mas nos últimos meses não tenho lido nem um livro desta editora de que tenha gostado. Excetuando “O Marciano” que até foi fixe.

Falando agora deste livro em particular (só para lembrar é o “A Todos os Rapazes que Amei” da Jenny Han), fiquei agradavelmente surpreendida. Sim é uma história de amor adolescente bastante normal, escrita vezes sem conta, mas foi tão fácil de ler, tão envolvente e tão fofinha, que fiquei extremamente contente com a compra.

Este livro conta a história de Lara Jean, a irmã do meio de três irmãs, que tem uma família normal, com um pai atencioso e uma vida despreocupada. Lara Jean tem o hábito de escrever cartas de amor (sort of) a todos os rapazes que por quem se apaixona; depois guarda-as numa caixa de chapéus que herdou da sua mãe e segue em frente. Parece (e é) uma forma saudável de lidar com os sentimentos.

Mas quando as cartas são acidentalmente enviadas, Lara Jean mete-se em problemas. Porque um dos rapazes a quem ela escreveu uma carta foi Josh, o ex-namorado da irmã mais velha, que está longe, a estudar na Universidade da Irlanda. E outro foi Peter K., que antes era seu amigo (antes da secundária e de se ter tornado popular).

Quando Josh recebe a carta, a sua relação de amizade com Lara Jean deteriora-se. Desesperada, Lara Jean arranja um plano juntamente com Peter (que quer fazer ciúmes à ex-namorada) e fingem que são namorados.

Mas os planos mais bem arquitetados também têm falhas e quando Lara Jean começa a sentir algo por Peter (que é bonito, convencido e acha que é o presente de Deus para as mulheres), as coisas complicam-se.

A sinopse anterior é basicamente a história completa do livro. É tudo o que se passa. E é uma leitura bastante divertida (ainda mais divertida para adolescentes, aposto), com a escrita simples e envolvente e a narrativa ritmada e sempre alegre, apesar das situações caricatas.

Do que mais gostei foi do facto da família de Lara Jean ser tão… normal. Não há pais ausentes, dramas exagerados entre irmãs, rebeldia desmesurada. As três irmãs dão-se bem com o pai e este participa na vida das filhas. É notório o facto de se amarem uns aos outros. Isto, num género em que a maioria das famílias é retratada como problemática (para justificar a rebeldia dos jovens protagonistas ou para justificar o facto de estes jovens serem caçadores de vampiros e/ou vampiros, etc. e os pais não darem por nada).

As personagens são interessantes, alegres e mantiveram-me bem-disposta.

No geral, este livro não é nenhuma obra-prima, mas no género que se insere (romance juvenil) é uma leitura fresca, alegre e compulsiva. Certamente que o romance é algo inverosímil, mas não é por isso que a leitura se torna menos interessante. Vale a pena ler, se se gostar do género.

24 Novembro 2014

It's Monday! What are you reading?

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Na semana passada entrei na veia do "YA" (Young Adult) e ainda não consegui sair. O que até é bom, considerando que tenho tantas obras do género lá por casa. Esta semana, estou a ler uma adaptação futurista de "Persuasão" de Jane Austen.


For Darkness Shows the Stars de Diana Peterfreund 

A semana passada foi melhorzita em termos de publicações:


Rubrica da autoria de The Book Journey.

23 Novembro 2014

Opinião: These Broken Stars (Kaufman, Spooner)

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Editora: Disney Hyperion (2013)
Formato: Capa dura | 374 páginas
Géneros: Romance, Ficção científica
Sinopse: "It's a night like any other on board the Icarus. Then, catastrophe strikes: the massive luxury spaceliner is yanked out of hyperspace and plummets into the nearest planet. Lilac LaRoux and Tarver Merendsen survive. And they seem to be alone. 
Lilac is the daughter of the richest man in the universe. Tarver comes from nothing, a young war hero who learned long ago that girls like Lilac are more trouble than they’re worth. But with only each other to rely on, Lilac and Tarver must work together, making a tortuous journey across the eerie, deserted terrain to seek help. 
Then, against all odds, Lilac and Tarver find a strange blessing in the tragedy that has thrown them into each other’s arms. Without the hope of a future together in their own world, they begin to wonder—would they be better off staying here forever?
Everything changes when they uncover the truth behind the chilling whispers that haunt their every step. Lilac and Tarver may find a way off this planet. But they won’t be the same people who landed on it."
These Broken Stars é o resultado do esforço conjunto das autoras Meagan Spooner e Amie Kaufman e é o primeiro livro de uma trilogia passada no futuro e direcionada a um público juvenil.

Neste livro conhecemos Lilac LaRoux, a filha do homem mais rico e importante da galáxia e o major Tarver Merendsen, um soldado condecorado que veio de origens humildes. Nunca se pensaria que o destino destas duas pessoas se viesse a cruzar, mas quando a nave espacial de lazer Icarus se despenha num planeta misterioso, Lilac e Tarver vão ter de pôr de lado a sua animosidade um pelo outro se querem sobreviver.

A primeira coisa que me veio à cabeça quando comecei a ler este livro foi o filme “Titanic” com o Leonardo DiCaprio e a Kate Winslet. A história principal de These Broken Stars, o romance entre estas duas personagens, parece mais ou menos tirada a papel químico do filme de 1997. No “universo” do livro, está novamente instituído um sistema de classes extremamente vincado; e a Icarus é uma nave de “recreio”, como se fosse um luxuoso transatlântico onde os mais ricos embarcam para se divertir e onde muitas pessoas de classe média e baixa fazem as suas viagens pela galáxia.

Lilac é uma jovem acostumada ao privilégio e à riqueza, mas tal como Rose em Titanic, também ela conhece o lado obscuro de ser uma “menina de sociedade”. Aparentemente, também aqui a Humanidade regrediu – ou deixou de progredir – porque é suposto as mulheres serem coqueluches vápidas; por exemplo, é-nos dito que o pai de Lilac não gostaria que a sua filha aprendesse engenharia e mecânica, e como consertar sistemas de naves ou mesmo que conhecesse os fundamentos teóricos das viagens pelo hiperespaço, porque… não eram “ocupações para uma mulher”. Sinceramente, sociedade ficcional ou não, isto entristeceu-me. Quero dizer, quando pudermos viajar pelas estrelas espero que já sejamos esclarecidos o suficiente para não fazermos este tipo de distinções idiotas.

Tarver é o “self-made man”. Como Jack é um rapaz bondoso, com algumas ambições. E, claro, nunca tentaria falar com Lilac porque tipo, são de classes tão diferentes.

Até que a nave Icarus se despenha num planeta parcialmente “terra formado” e os dois protagonistas parecem ser os únicos sobreviventes. Forçados a conviver, vão perceber que as opiniões e preconceitos que tinham acerca um do outro estão errados.

These Broken Stars é, primeiro que tudo, um romance. Tal como já apontei anteriormente, este romance tem semelhanças incríveis com o filme Titanic, exceto que o filme é um bocado mais “amor à primeira vista” ou “insta-love”. Neste livro as autoras não se coíbem de desenvolver realmente o romance e apesar de haver alguma atração, as personagens não acham que estão completamente apaixonadas logo nas primeiras dez páginas. O que é de louvar.

Mas, apesar de o livro ser um romance, não significa que romance seja tudo o que podemos esperar dele. A luta de Lilac e Tarver pela sobrevivência não é descrita apenas em termos que nos permitem discernir a sua aproximação um pelo outro; existe algo mais, vozes misteriosas, o mistério de um planeta que estava a ser colonizado mas que foi, por motivos desconhecidos, abandonado.

Este enredo tem quase tanto protagonismo quanto o romance e mantém os leitores investidos na narrativa. Devo dizer que o desfecho desta parte da história me pareceu um bocado irrealista demais, mas enfim… foi interessante o suficiente.

No geral, These Broken Stars foi uma leitura agradável. Sinceramente, com as ótimas críticas estava à espera de mais, tanto ao nível do romance como do resto da história, mas foi um livro que li com gosto, ainda mais porque se tenta afastar de tantos dos clichés que povoam a literatura juvenil: o protagonista não é um homem das cavernas, a protagonista tem mais de dois neurónios na cabeça e não os perde “por amor” e o desenvolvimento das personagens é consistente e realista (dentro dos possíveis). A parte da “ficção científica” merecia uma exploração mais cuidada, mas alas, não se pode ter tudo.

21 Novembro 2014

Opinião: O Palácio de Inverno (Eva Stachniak)

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O Palácio de Inverno de Eva Stachniak
Editora: Casa das Letras (2014)
Formato: Capa mole | 536 páginas
Géneros: Ficção histórica
Sinopse: "Quando Vavara, uma jovem órfã polaca, chega à ofuscante e perigosa corte da imperatriz Isabel em Sampetersburgo, é iniciada em tarefas que vão desde o espreitar pela fechadura até à arte de seduzir, aprendendo, acima de tudo, a ser silenciosa - e a escutar.
Chega, então, da Prússia Sofia, uma frágil princesa herdeira, a potencial noiva do herdeiro da imperatriz. Incumbida de a vigiar, Vavara em breve se torna sua amiga e confidente e ajuda-a a mover-se por entre as ligações ilícitas e as volúveis e traiçoeiras alianças que dominam a corte.
Mas o destino de Sofia é tornar-se a ilustre Catarina, a Grande. Serão as suas ambições mais elevadas e de longo alcance? Será que nada a deterá para conquistar o poder absoluto?" 
O Palácio de Inverno de Eva Stachniak retrata uma época e um país sobre os quais não li assim muito: o século XVIII e a Rússia.

A história foca-se na personagem de Varvara Nikolayevna (ou Barbara, o seu nome “verdadeiro” polaco), uma jovem filha de um encadernador polaco que se muda para a Rússia com a mulher e a filha e consegue obter alguns trabalhos no palácio da Imperatriz Isabel. 

Quando os pais morrem, Varvara é levada para o palácio como órfã protegida da Imperatriz e poderia ter tido uma vida normal a trabalhar no guarda-roupa imperial, se o chanceler da Imperatriz não tivesse reparado nela e começado a treiná-la como espia para a soberana. Varvara aprende a espiar, ouvir às portas, desencantar informações escondidas em escrivaninhas, baús e mesmo no soalho. Mas depois, conhece a jovem Catarina, noiva de Pedro, o herdeiro do trono e forma-se, entre as duas, uma amizade tanto terna como perigosa… pois Catarina tem muitos inimigos na corte, e Varvara é, no fundo, a espia de Sua Majestade.

Este livro está repleto de intriga, traição e tudo o que qualifica um bom livro deste género, que se foca numa corte europeia, cheia de sumptuosidade e liderada por uma mulher aparentemente fútil.

Não sei praticamente nada sobre a história russa deste período, envergonha-me dizer, exceto que Catarina, com o cognome de “a Grande” conduziu a Rússia a uma época dourada de progresso e riqueza. Este livro propõe contar a “(…) implacável ascensão de Catarina, a Grande, vista através dos olhos da jovem espia da imperatriz na Rússia do século XVIII.” mas, na verdade, Catarina, apesar de presente durante grande parte do livro, não é, na minha humilde opinião, nem de perto nem de longe, a personagem principal. 

O livro foca-se mais na imperatriz reinante, Isabel e na amizade entre Varvara e Catarina, mas esta última nunca é retratada como particularmente envolvida na política imperial (exceto quando a envolvem) ou como estando a maquinar algo. Esse conhecimento é-nos dado em retrospetiva, no final do livro: afinal Catarina era mais calculista do que pareceu durante as 500 páginas anteriores; o que faz (ou pelo menos fez, no meu caso) com que Varvara pareça especialmente parvinha, no fundo. Enganada por uma jovem mais nova e não treinada (como ela) nas artes da espionagem.

Este ponto incomodou-me, confesso. De resto, foi uma leitura interessante e envolvente como são a maioria das obras que se centram nas intrigas da corte numa determinada época. Foi muito interessante ver como funcionava a corte russa, como a Rússia se relacionava com o resto da Europa e a mentalidade dos nobres e da corte. Foi bastante intrigante perceber que na Europa Central e de Leste, as monarquias permitiam que as mulheres reinassem como soberanas, enquanto tal não era permitido na maioria das monarquias na Europa do Oeste.

O palácio a cair, a pompa sem sentido, as dívidas da Coroa. Tudo isto me fascinou enquanto amante de História.

No geral uma obra muito interessante do ponto de vista da ficção histórica. Pena que a personagem principal não pareça primar muito pela inteligência e que o enredo não se tenha focado assim muito na “ascensão de Catarina”. 

18 Novembro 2014

Opinião: As Fadas de Edimburgo (Elizabeth May)

2 comentários :
Editora: Planeta (2014)
Formato: Capa mole | 384 páginas
Géneros: Romance hist., Fant. urbana, Lit. Juv./YA, Ficção cient.
Sinopse: "Lady Aileana Kameron, a única filha do marquês de Douglas, estava destinada a uma vida cuidadosamente planeada em torno dos encontros sociais de Edimburgo - até ao dia em que uma fada assassina a sua mãe. Está determinada a encontrar a fada que lhe matou a mãe e, pelo caminho, vai destruindo todas aquelas que se alimentam dos humanos nas muitas ruelas escuras da cidade. O equilíbrio entre as exigências da alta sociedade e a sua guerra privada é, porém, delicado e, quando um exército de fadas ameaça destruir Edimburgo, ela tem de tomar algumas decisões. O que estará Aileana disposta a sacrificar?"
Já estou sinceramente a ficar farta de escrever opiniões más e “assim-assim”. Ok, eu adoro uma boa sessão de criticismo, especialmente quando o livro não me cativou e/ou chateou mas tudo o que é demais enjoa.

Acho que é esta uma das razões pelas quais não me tem apetecido escrever opiniões. Entre outras, claro, mas esta é importante.

As Fadas de Edimburgo, o primeiro livro de uma nova série “Young Adult” (ou juvenil), é uma mistura de romance histórico e de fantasia urbana. A protagonista, Lady Aileana Kameron é filha de um marquês e depois de uma ocorrência trágica em que a sua mãe morre às mãos de uma fada, Aileana alia-se, não sabemos bem como (nunca nos é explicado) a uma fada chamada Kiaran (um gajo bom e uma fada poderosa) para caçar, todas as noites, fadas malignas como a que matou a sua mãe. Estranhamente, no meio disto tudo, Aileana consegue fazer amizade com um duende (como são chamadas aquelas fadas tipo Sininho neste livro).

Ao mesmo tempo, Aileana tem de manter a sociedade, os seus amigos e o seu pai no escuro acerca das suas atividades.

Ai por onde começar? Talvez pelo conceito. Sim, este livro tem um bom conceito porque a) tem fadas (fae ficaria bem melhor, no entanto), b) steampunk e c) heroína kick-ass!

Mas não resultou porque… a autora falha redondamente tanto na caracterização, como no desenvolvimento do mundo.

Vejamos:
Esta Inglaterra de meados do século XIX parece ter algumas invenções e desenvolvimentos tecnológicos que não existiram realmente. Mas temos alguma razão para isto? Não, não nos é dada qualquer explicação sobre o surgimento de tudo isto. Ok, este é um livro juvenil, mas mesmo assim…

As fadas são seres que se alimentam da energia dos humanos. Mais do que isto, não se sabe. A caracterização destas personagens, tanto enquanto indivíduos como enquanto raça sobrenatural é escassa e a que há, pouco interessante. Porque é que as fadas querem sugar a energia dos humanos? Como eram vistas antigamente? Como estão organizadas? Nada disso se sabe.

Kiaran: é um verdadeiro estereótipo. Diz que não é humano mas comporta-se como tal. Não mostra assim muita emoção, mas isso não o torna diferente dos humanos, apenas um idiota. Não dá para ver como é que passou de ser completamente indiferente a "amar" a protagonista.

Aileana: apesar de ser uma heroína que dá porrada nos mauzões, não gostei particularmente dela. Para já é demasiado perfeita: bonita, rica, sabe construir coisas, etc. E claro que tinha de ser uma "escolhida" super, hiper, mega especial, uma "Falcoeira". Depois é demasiado convencida e antipática.

O romance pareceu-me ter pouco brilho e ser pouco realista. Apesar de Aileana e Kiaran terem “discussões” (nem lhes chamo debates com espírito, porque para isso seria necessário que houvesse conversa espirituosa), nunca senti nenhuma faísca entre os dois.

O enredo está mal desenvolvido, primeiro que tudo porque começamos logo a meio e certas coisas (muitas) não nos são explicadas. As relações entre as personagens já estão estabelecidas e são-nos explicadas através de flashbacks confusos. A história é bastante simplista e pouco interessante no geral.

No geral, uma leitura rápida mas menos intrigante do que previa. Gostaria que a história e as personagens tivessem sido melhor desenvolvidas e que os protagonistas não fossem tão... pouco interessantes.

17 Novembro 2014

It's Monday! What are you reading?

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E cá temos mais uma segunda. Comecei hoje a ler mais um livro de ficção histórica, desta vez centrado em Maria Antonieta.



Quanto a publicações, ando com alguma preguiça para escrever opiniões, parece que não me sai nada.


Rubrica da autoria de The Book Journey.