01 fevereiro 2015

Opinião: Grave Dance (Kalayna Price)


Editora: Roc (2011)
Formato: Capa mole/bolso | 371 páginas
Géneros: Fantasia Urbana

Já há algum tempo que o blogue não tem uma atualização devido, principalmente, à vida, que se intromete das formas mais terríveis nos nossos hobbies.

Por isso, com os livros lidos e as respetivas opiniões a formarem uma pilha cada vez maior, decidi que era tempo de escrever novamente uma pequena opinião.

A opinião sobre o segundo livro da série “Alex Price”, não será muito pormenorizada porque já li alguns livros depois deste e a história não é propriamente memorável.

Poderão ter (ou não) reparado que ando a ler muita fantasia urbana; isto deve-se principalmente ao facto de ter, em tempos, comprado muitos livros deste género e, como quero começar a ler o que tenho nas estantes, como é natural, este é um género que irei ler muito nos próximos tempos (ou até me fartar).

Mas voltando ao livro… Grave Dance, apesar de ter sido uma leitura rápida e compulsiva, não foi exatamente original e já não me lembro bem do que se passou, exceto que Alex, a nossa heroína, recebeu mais um “power-up” bastante previsível enquanto tenta resolver um mistério relacionado com um assassino que deixa apenas os pés esquerdos das suas vítimas como prova.

O mistério é interessante, mas é bastante óbvio que a sua relevância e desenvolvimento, a sua existência no livro servem o propósito de fazer com que Alex se embrenhe mais no mundo dos fae, raça sobrenatural da qual ela descobriu recentemente que faz parte.

O desenvolvimento dos seus “poderes” (que são raros, mesmo entre os fae, claro) e da sua vida pessoal (a escolha de novas alianças no mundo dos fae, o inevitável triângulo amoroso e mais), ocupam, inevitavelmente, tanto “tempo de antena” no livro como o mistério.

No geral, um livro de fantasia urbana bastante típico com uma heroína que é um bocado “Mary Sue” super especial demais para o meu gosto. No entanto, gosto do mundo criado pela autora e da sua descrição dos fae, do seu mundo e da sua cultura. E, claro, a escrita ajuda: é bastante envolvente.

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