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06 fevereiro 2011

Review: Goddess of Legend (P.C. Cast)

Publisher: Piatkus Paperback (2010)
Format: Paperback | 368 pages
Genre(s): Paranormal Romance
Description: "After her car plummets off a bridge, Isabel, a world-weary photojournalist, struggles between life and death when she's saved by the Water Goddess-with one tiny caveat: Isabel must travel to another time to seduce the legendary Lancelot du Lac away from Queen Guinevere.

The handsome knight is a dream for any woman in any century. But Isabel is the one who's seduced by King Arthur. For Isabel, a deal is a deal. Now, the King watches as fate takes from him the mysterious beauty he has come to worship, knowing all too well that any interference on his part could destroy the kingdom he loves
."
I've read most of the "Goddess Summoning" series and I always liked how light, funny and romantic they were. I loved the quirky and sometimes seriously corny humor, the strong yet sensible heroines, the though (yet sensible) heroes and the sappy love story. These books always made me laugh and feel good after reading them.

I also liked how the author incorporated (however liberally) Greek and Celtic mythology; how ordinary women were transformed into goddesses but remained very human. This was, for me (still is, for the most part), a very well written 'time-travel' romance series.

Goddess of Legend takes place in the mythical kingdom of Camelot, so I was immediately interested. Unfortunately it seems that the author wasn't up to the task of writing about the famous King Arthur. This book was not... very good.

The thing that most annoyed me about the book was... Isabel. She was suddenly thrown into the Middle Ages but she still acts as a 21st century woman? I imagine Cast wanted to show her character's fierce personality, but really I was stunned that Arthur wasn't shouting "off with her head" five minutes after meeting her. I mean, let's be honest, no matter how dreamy King Arthur is, he would still be a product of his time and would definitely not have permitted such liberties from Isabel. From the beginning their whole relationship was too liberal, too modern and that just didn't sit right with me. I get it, this is fiction and mostly fantasy; it doesn't mean you can totally ignore history if you're going to write about another time period.

Another thing that annoyed me was... Isabel (yes, again). She was too giggly, too juvenile for her age. I mean "girl time" and "painting toenails together"? I guess I'd have liked for her to be a bit more mature. So basically I didn't like the heroine very much, she was annoying and sometimes forceful.

I also didn't much care for the development (pacing-wise) of Isabel and Arthur's relationship. They were in lust at first sight and I honestly didn't think Arthur (the legendary king, let's remember that) was remarkable enough for that lust to almost immediately turn into love. I didn't buy it. Arthur was too... normal.

What is more, nothing much happened in this book besides Isabel walking all over and trying to force her way of life to everyone around her (who were Middle Ages people). So pretty weak in the story department as well.

On a positive note, it was still very easy to read this book as the writing style was, as always, engaging.

Overall this book had very little story, annoying and/or one-dimensional characters and an uninteresting romance. The weakest of the series so far; if you're a fan you may want to read it, but if you just like paranormal romance I'd avoid this one.

08 fevereiro 2010

Traída (Casa da Noite, 2)

Título Original: "Betrayed"
Autor: P.C. Cast, Kristin Cast
Editora: Saída de Emergência - 2009
Nº de Páginas: 332
Idioma: Português
Géneros: Lit. Juvenil, Fantasia Urbana

Sinopse (SdE): Zoey Redbird pertence à Casa da Noite e sabe que foi abençoada com vastos poderes pela deusa vampyra Nyx. Mas quando começa finalmente a sentir-se integrada entre os amigos e é escolhida para líder das Filhas das Trevas, o impensável acontece: a Casa da Noite é acusada das mortes misteriosas de alguns adolescentes humanos.
Mais do que nunca o perigo ronda os amigos de Zoey - e ela sabe que os poderes que a tornam única também ameaçam aqueles que ama. Quando a tragédia chega à Casa da Noite, a jovem precisará de coragem para enfrentar a traição que ameaça o seu coração, a sua alma... e o próprio mundo que a acolheu.
Traída é o segundo volume da série "Casa da Noite", que conta com seis volumes em inglês (três dos quais, já publicados pela Saída de Emergência).

Passaram cerca de dois anos (penso eu), desde que li o primeiro livro da série, "Marcada" (ou "Marked", no original), e apesar de já não me lembrar da maior parte dos pormenores (não é propriamente uma história que nos fica na memória), lembro-me do enredo em geral.

Este livro é uma continuação directa do primeiro; a acção decorre alguns dias depois dos acontecimentos de "Marcada". Em termos de história "Traída" não constituiu nenhuma surpresa. O vilão é exactamente quem eu pensava que seria e as personagens deram as voltas que eu esperava que dessem (excepto num ou noutro particular, mas são coisas ínfimas). Ou seja, a acção é extremamente previsível e as personagens são clichés ambulantes. Não há nada de inovador nesta série, cujas principais qualidades são o estilo de escrita escrita apelativo e o óptimo encadeamento dos acontecimentos que tornam a leitura fluida e viciante.

Uma leitura leve e agradável para quem (como eu), gosta de fantasia urbana.

05 julho 2009

Marcada (P.C. Cast)

Marcada de P.C. Cast, Kristin Cast
Editora: Saída de Emergência (2009)
Formato: Capa mole | 302 páginas
Géneros: Lit. Juvenil, Fantasia Urbana
Sinopse.

Depois do recente sucesso da saga "Luz e Escuridão" da autoria de Stephenie Meyer, era de esperar o aparecimento de obras semelhantes. "Marcada", o primeiro livro de uma nova série, também lida com vampiros e é, claro, virada para o público mais jovem.

Devo confessar que li este livro em inglês mas decidi apresentar a informação bibliográfica da versão portuguesa porque suponho ser esta mais familiar aos eventuais leitores do blog. Penso que isso em nada influencia a minha "crítica" ao livro, excepto no que diz respeito à qualidade da tradução.

"Marcada" foi uma leitura medianamente interessante, daquilo que me lembro. Lê-se bem, pois o estilo de escrita é simples mas cativante e o livro tem uma fluidez que me agradou; a história está bem encadeada.

O enredo, pelo contrário, deixa muito a desejar. Pouco original e quase sempre prevísivel (creio mesmo ter já descoberto o vilão escondido) pareceu-me retirar muitos elementos da saga "Harry Potter". Senão vejamos: a heroína é uma vampira 'recém-nascida' que por uma razão misteriosa tem poderes e capacidades singulares (Harry Potter); as pessoas com quem trava amizade passam a ser populares por associação; temos também um adolescente louro e com algum status social que provoca a heroína (Draco Malfoy!); e não podemos esquecer a figura mais velha e de autoridade que dá conselhos e apoia Zoey (tal como Dumbledore).

Com todos estes elementos, a história acaba por ser pouco mais do que uma crónica sobre uma adolescente americana e as suas tribulações para se integrar numa nova escola Secundária. A única diferença é que mete vampiros pelo meio.

Concluindo, este livro é sinceramente medíocre, tanto em termos de história como de personagens. Não é uma leitura verdadeiramente interessante, mas lê-se bem. Recomendado para os mais novos e/ou para quem gosta de fantasia contemporânea e especialmente de "Crepúsculo".

Ler a Crítica em Inglês

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