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17 janeiro 2013

Opinião: White Witch, Black Curse (Kim Harrison)

White Witch, Black Curse by Kim Harrison
Editora: Eos (2009)
Formato: Capa mole | 549 páginas
Géneros: Fantasia Urbana
Descrição (GR): "Kick-ass bounty hunter and witch Rachel Morgan has crossed forbidden lines, taken demonic hits, and still stands. But the death of her lover struck her harder than she ever thought possible. She won't rest until his murder is solved . . . and avenged.
But a new predator is moving to the apex of the Inderlander food chain—and now Rachel's past is coming back to haunt her. 
Literally."
ATENÇÃO: SPOILERS DE LIVROS ANTERIORES!

E... mais um livro em que a Rachel anda de um lado para o outro mas faz muito pouco. Mais um livro em que a Rachel se ilude e diz a si própria que não é uma bruxa negra. Mais um livro cheio de drama devido à relação tensa entre a Rachel e a Ivy. E no meio temos o Jenks com os seus 500.000 filhos.

Neste livro, como em todos os outros, acontece muito pouco (e lá estou eu a escrever isto outra vez). Aliás, parece que acontece mais entre livros do que nos livros. Este sétimo livro abre com Rachel cheia de problemas, porque foi afastada da sociedade das bruxas e é agora a estudante do demónio Algaliarept. Para além disso começa a recordar-se de pormenores da morte do seu namorado.

E mais, aparece uma nova raça de sobrenaturais, as banshees. Poderia ter dado uma história interessante mas nunca se torna interessante porque rapidamente o mistério é resolvido e porque nunca percebemos muito bem as motivações da banshee vilã. Também aparece uma gárgula, mas é-lhe dada pouca importância. Só gostei das últimas páginas, em que a Rachel e o Trent vão para o ever-after. 

Achei este livro um pouco parado e pouco imaginativo. O drama foi apenas uma repetição dos livros anteriores e para uma série que vive do drama e das personagens, isto fez com que o livro fosse muito menos viciante do que os outros.

No geral, continua a ser uma série fácil de ler, mas este livro ficou aquém dos restantes. Em termos de desenvolvimento do mundo e das características sobrenaturais do mesmo a série "The Hollows" deixa um pouco a desejar (pois o desenvolvimento é quase nulo), mas continua ser de leitura compulsiva.

14 janeiro 2013

Opinião: Where Demons Dare (Kim Harrison)

Where Demons Dare by Kim Harrison
Editora: Harper Voyager (2008)
Formato: Capa mole | 501 páginas
Géneros: Fantasia Urbana
Descrição (GR): "To save the lives of her friends, Rachel did the unthinkable: she willingly trafficked in forbidden demon magic. And now her sins are coming home to haunt her. As Rachel searches for the truth behind a terrifying murder, an even greater menace threatens, for the demon Algaliarept will stop at nothing to claim her, and the discovery of a shocking family secret throws Rachel's entire life into question. If she is ever to live free, Rachel must first walk willingly into the demonic ever-after in search of long-lost ancient knowledge. But when you dance with demons, you lay your soul on the line . . . and there are some lines that should never be crossed."
Where Demons Dare (cujo título alternativo é "The Outlaw Demon Wails") é o sexto livro da série "The Hollows", que está atualmente a ser publicada pela Saída de Emergência. Esta sexta oferenda ainda não foi traduzida para português.

Neste livro, temos mais uma história recheada de drama. Esta série é o equivalente de uma novela da TVI (um bocado de exagero, mas pronto): tal como numa novela, o drama entre as personagens é proeminente e tal como numa novela, a ação arrasta-se.

Neste livro muito pouco acontece (tal como nos outros). Oh, abre com uma cena de ação intensa, com a Rachel e a mãe a fugirem do demónio Algaliarept, que está supostamente preso na dimensão dos demónios mas que conseguiu soltar-se misteriosamente.  Rachel, Ivy e Jenks têm de viver com o facto de que podem ser atacados a toda a hora, o que os deixa... angustiados.

Esta premissa poderia ter dado origem a um livro cheio de ação e mistério, mas como sempre, o mistério e a ação são deixados para segundo plano e muito do livro é passado em reflexões cheias de angústia por parte das personagens. Após o ataque surpresa do início, muito pouco se passa, pois a Rachel já sabe mais ou menos o que anda a acontecer.

Outra coisa que me começa a irritar: a Rachel é poderosa mas nunca faz nada. Nunca utiliza magia complexa (só invoca círculos de proteção e pouco mais) e quando precisa de magia ou de planos vira-se para as outras personagens, nomeadamente a Ivy (com quem tem uma relação tortuosa), o Jenks e a Ceri.

O drama interior (e exterior) das personagens é ao mesmo tempo um factor de irritação constante, por se prolongar tanto no tempo e por ser um tema demasiado central e algo que dá complexidade às personagens porque, no fundo, elas são bastante carismáticas e humanas.

No geral: continuo a não perceber muito bem porque gosto tanto desta série, mas acho-a interessante. Se gostam de fantasia urbana com ação non-stop e muitos elementos paranormais, esta série não vos irá agradar assim muito, penso eu. Mas se não se importam com um enredo mais simplista, um mundo que evolui muito lentamente e uma história que é conduzida mais pelas personagens do que por qualquer outro elemento, penso que esta é uma série de que vão gostar.

31 dezembro 2012

Opinião: Bruxa Endiabrada (Kim Harrison)

Bruxa Endiabrada by Kim Harrison
Editora: Saída de Emergência (2012)
Formato: Capa mole | 496 páginas
Géneros: Fantasia Urbana
Descrição (GR): "Em Hollows os vampiros são apenas o início... Apesar de namorar com um vampiro e viver com outro, Rachel Morgan conseguiu sempre manter-se um passo à frente dos problemas… até agora. Um tenebroso assassino em série fez das ruas de Cincinnati o seu terreno de caça e ninguém está a salvo, seja humano, Inderlander ou morto-vivo. Talvez a única maneira de parar esse assassino seja uma misteriosa relíquia que se encontra nas mãos de Rachel Morgan, destemida caçadora de recompensas e bruxa temerária. Mas revelar tal artefacto poderá dar início a uma batalha apocalíptica entre as diversas raças sobrenaturais de Hollows. A decisão pode salvar vidas… ou matar muitas mais! Mais uma vez, Rachel não pode falhar pois o preço a pagar é alto de mais." 
(Nota: a edição lida foi a inglesa, mas apresentam-se os dados da portuguesa)

Gostava de poder dizer concretamente porque é que esta série me atrai tanto, mas a verdade é que não sei ao certo. A realidade é que, mesmo considerando que estes livros não são dos mais imaginativos e interessantes em termos de construção do mundo, dentro do género da fantasia urbana, continuo a querer saber mais e mais sobre as personagens criadas por Kim Harrison.

Penso que o que atrai nestes livros é uma mistura de escrita cativante com um ritmo extremamente bem pensado, para além de um doseamento soberbo de informação. A autora dá ao leitor um cheirinho do que está escondido nos meandros do seu mundo sobrenatural, mas revela muito pouco, deixando-nos sempre ansiando por mais. Mesmo quando as revelações são dececionantes continuamos a querer saber mais. Este é, para mim, o segredo desta série tão bem sucedida.

Apesar de todos os livros serem grandes (para este género), muito pouco acontece e não primam pela ação. Pelo contrário, são até um bocado parados, pois apesar de haver sempre algo a acontecer, nunca é uma cena de luta, magia ou de investigação (os mistérios são todos facilmente resolvidos). O facto de o livros se centrarem também nos dilemas humanos das personagens (tanto que por vezes chegam a ser demasiado dramáticos) também ajuda a manter cativa a 'audiência'.

Desculpem se esta divagação não faz sentido, mas a verdade é que o facto de eu gostar tanto destes livros também faz muito pouco sentido.

Mas concentremos-nos no livro "Bruxa endiabrada". Este 5º livro da série, abre com um ataque à casa da Rachel por parte de Newt, um misterioso e poderoso demónio. Depressa Rachel e os amigos se veem envolvidos em lutas de poder pelo artefacto Were que recuperaram no livro anterior. Anda imensa gente à procura dele, mas estranhamente a Rachel e os amigos passam mais tempo a preocupar-se com esse facto do que a serem realmente perseguidos. Há um ou dois mistérios mas são, como sempre, resolvidos rapidamente e sem grande investigação. Há também muito drama por causa da relação entre a Rachel e a sua companheira de casa, a vampira viva, Ivy. Este drama quase que se torna central, por vezes.

Enfim, mais do mesmo. É daquelas série que se gosta sem se saber bem porquê.

No geral, uma série de fantasia urbana interessante, mas nada de especial em termos de criatividade. No fundo tem mais de romance paranormal do que de fantasia urbana, pelo que se gostarem mais deste segundo género, recomendo. 

17 dezembro 2012

Opinião: Bruxa de elite (Kim Harrison)

Bruxa de elite by Kim Harrison
Editora: Saída de Emergência (2012)
Encadernação: Capa mole | 496 páginas
Géneros: Fantasia Urbana
Descrição (GR): "As coisas maléficas que assombram as noites de Cincinnati desprezam a bruxa e caçadora de recompensas Rachel Morgan. A sua reputação de praticante de magia negra começa a fazer virar as cabeças de humanos e mortos-vivos, determinados a possuí-la, dormir com ela e matá-la… não necessariamente por essa ordem. E como se tudo isso não bastasse, um amante mortal que abandonara Rachel regressou, assombrado pelo seu passado secreto. E há quem queira deitar as mãos a algo que se encontra na poss dele: animais selvagens dispostos a destruir Hollows e todos os seus habitantes, se necessário.
Obrigada a manter-se escondida ou a sofrer para sempre a ira de um demónio vingativo, Rachel deve, ainda assim, agir rapidamente. Pois pela primeira vez, em vários milénios, matilhas de estranhas criaturas estão a unir-se, preparadas para destruir e dominar. De súbito, há algo mais em jogo do que a alma de Rachel."
(Nota: a edição lida foi a inglesa, mas apresentam-se os dados da portuguesa)

Já há algum tempo que tenho os livros da Rachel Morgan lá para casa, à espera de serem lidos e como até estou numa de ler fantasia urbana, decidi adiantar as minhas leituras nesta série.

Já li os primeiros três livros há algum tempo (anos) por isso confesso que não me lembrava bem de tudo, excepto em termos muito gerais. Que a Rachel era bruxa, que tinha um parceiro pixie chamado Jenks e que vivia com uma vampira chamada Ivy. Lembrava-me vagamente de ter gostado dos livros.

Mas, enfim, já muitos livros e séries de fantasia urbana me passaram pelas mãos entretanto pelo que ler este quarto livro da série "Hollows" foi... estranho. O género de escrita, o desenvolvimento da história e as personagens fizeram-me alguma confusão agora, em 2012, depois de ter lido tantas outras séries. Não gostei tanto deste livro como me lembro de gostar dos anteriores. Hoje, só para ser diferente, vou escrever esta opinião por tópicos, uma vez que tenho agora sentimentos contraditórios sobre esta série e isto ajuda a organizar as ideias. 

1. Sobre o enredo: não me pareceu especialmente elaborado. O livro (na versão inglesa) tem 510 páginas mas muito pouco acontece. Há demasiado drama (geralmente relacionado com sentimentos e relações) que ocupa grandes porções do livro e constitui a história secundária que se desenrola durante os tempos "mortos". Como em grande parte do livro as personagens estão à espera que algo aconteça ou a fazer tempo, este livro é especialmente dramático. Para aplicar um ditado tuga à situação, o enredo deste livro tem "muita parra e pouca uva".

2. Sobre as personagens: há algum desenvolvimento mas mais uma vez, a personagem menos interessante é a Rachel. Algum do diálogo parece ser um bocado desconexo. O Jenks salvou este livro, sendo uma personagem engraçada e ao mesmo tempo com alguma profundidade.

3. Construção do mundo: algo confusa. Os "inderlanders" (e não sei o termo em português, porque tenho os livros em inglês) parecem vir todos de outra dimensão, incluindo os demónios... então o é essa dimensão? E existirão anjos? É que o conceito de "solo sagrado" e de "alma" existem, mas os anjos não parecem fazer parte da mesma dimensão dos Weres, vampiros, demónios ou bruxas. 

No geral, é uma série medianamente interessante. Teria gostado mais dela se não tivesse lido tanta fantasia urbana com premissas mais imaginativas, mas tendo em conta que Harrison foi uma das primeiras a escrever neste género (ou pelo menos tem uma das séries mais antigas), acho que o enredo um pouco cliché é desculpável, até certo ponto. Estou interessada em ler mais.

29 setembro 2011

Curtas: Once Dead, Twice Shy + Sweep

Bem... esta nova rubrica (se é que se pode chamar a isto rubrica) foi descaradamente 'gamada' à Jen do Cuidado com o Dálmata. É que no outro dia estava a ler as Mini-Opiniões dela e pensei que até seria engraçado fazer o mesmo, ou seja, dar apenas algumas impressões gerais sobre os alguns dos livros que leio. Isto porque alguns dos livros que leio são muito "blah" ('tão a ver?) e não sei bem o que escrever sobre eles a não ser que foram... erm... leituras mais ou menos agradáveis.
Daí ter decidido aproveitar a ideia da Jen. Depois digam-me o que acham. Opiniões in english e português. :D


Once Dead, Twice Shy
Author: Kim Harrison
Publisher: HarperCollins (2009)
Pages: 232
Mini Review: The beginning of the book is seriously bad and I am a bit peeved that I paid the same for this 200-page short story as I'd have paid for a full hardcover novel. It seemed to me like the author could have started the story with Madison's death and it's circumstances instead of simply telling us about it in a short prologue that takes place 6 months after this huge event. It would have added up to a full-length novel if only she had done that and had not decided to just plunge us readers into her world.

Still, I see potencial, I think. Although Madison seems a bit like a younger version of Rachel Morgan and Grace reminded me of Jenks, both character's from Harrison's adult urban fantasy series.


Mini Opinião: O meu problema com este livro começou mesmo no início uma vez que os primeiros capítulos não me puxaram muito. Penso que a autora poderia ter começado a história com uma explicação detalhada dos acontecimentos que levaram às circunstâncias em que Madison se encontra em vez de nos apresentar apenas um pequeno prólogo (que se passa seis meses depois) com pouca ou nenhuma informação. O livro ficaria muito mais completo se o leitor tivesse acesso directo às experiências da protagonista; em vez disso somos atirados de cabeça para o seu mundo e não nos é dada muita informação.
Fiquei, confesso, um pouco irritada por ter pago o preço normal para um livro de capa dura (hardcover) e ter recebido um livrito de 200 e tal páginas que me pareceu mais um conto do que uma 'novela completa'.

No entanto, penso que a história geral tem potencial; mesmo sendo Madison uma versão mais jovem de Rachel Morgan (a protagonista da série Hollows, publicada em Portugal pela Saída de Emergência) e Grace uma versão feminina de Jenks (também uma personagem da série acima mencionada). 



Sweep, Volume 01
Author: Cate Tiernan
Publisher: Speak (2010)
Pages: 592
Mini Review: Hmm... it wasn't bad, but it was not great either. The writing is rather blah and Morgan (the main character) is pretty boring - and a bit dumb - most of the time. Nothing much happens in the three books compiled in this omnibus, except in the final pages. The pace is off too. Not to mention the insta-love was annoying and even more unrealistic than usual. It was a bit of a chore to read a book about such a dull character as Morgan. But it was, overall, interesting enough to make me want to read Volume 2.

Mini-Opinião: Bem... não se pode dizer que "Sweep" tenha sido um livro... mau, mas também não foi assim muito bom. A escrita é mediana e Morgan (a protagonista) é bastante aborrecida - e mesmo algo burrinha - durante a maior parte da obra. Apesar deste volume juntar os três primeiros livros, não acontece grande coisa em termos de desenvolvimento da história; tudo se passa muito devagar, como que em câmara-lenta. A parte romântica do enredo é típica dos livros juvenis (os protagonistas apaixonam-se à primeira vista) mas consegue ser ainda mais irrealista do que o normal, se tal é possível.
Mesmo com todas estas falhas "Sweep" foi uma leitura suficientemente interessante para me fazer querer continuar a ler esta série. 

03 março 2011

Opinião: Uma Bruxa em Apuros (Kim Harrison)

Uma Bruxa em Apuros de Kim Harrison
Editora: Saída de Emergência (2011)
Formato: Capa Mole | 384 páginas
Géneros: Fantasia Urbana
Sinopse (SdE): "Todas as criaturas das trevas se reúnem na cidade de Hollows para se esconder, festejar... e comer. As longas noites são dominadas por vampiros num mundo de predadores que se caçam uns aos outros sem piedade. A jovem e sexy Rachel Morgan é caçadora de prémios por profissão e bruxa por vocação. A sua obrigação é manter Hollows minimamente civilizada. Vagueando pelas ruas da cidade, Rachel persegue criaturas sobrenaturais que cacem os habitantes mais inocentes e vulneráveis. Mas quando a noite esconde os maiores pesadelos imagináveis, uma personalidade forte e uma mão cheia de feitiços podem não ser suficientes para sobreviver. A não ser, claro, que Rachel Morgan seja mais do que aparenta ser..."
(A edição lida está no inglês original, mas os dados bibliográficos apresentados são da versão portuguesa para tornar mais fácil a identificação da obra)

Rachel Morgan é uma bruxa (cujo elemento é a terra) que trabalha numa agência em Cincinnati cujo propósito é apanhar criminosos "sobrenaturais" (a saber: vampiros, lobisomens, fadas, etc). Mas Rachel, que é jovem e temperamental não está satisfeita com a sua vida; tem tido alguns problemas e o seu chefe... bem, não gosta lá muito dela. É por isso que toma a decisão de deixar o seu emprego, arrastando consigo Ivy uma "vampira viva" (ou seja, que ainda não se transformou a 100%) e Jenks (um membro das fadas) o seu parceiro. O problema é que ninguém deixa a Agência... é um contrato para toda a vida.

Devo dizer que estou muito contente pelo facto da Saída de Emergência ter decidido publicar esta série que tem gozado de imensa popularidade lá fora e, na minha opinião é bastante interessante dentro do género!

"Uma Bruxa em Apuros" (Dead Witch Walking, no original) é o primeiro livro da autora Kim Harrison e também o primeiro de uma longa série que conta hoje em dia, se não estou em erro com nove livros. Para ser totalmente sincera, o enredo deste primeiro livro não é assim muito fora do vulgar; é na verdade bastante formulaico dentro do género, com a heroína a fugir de múltiplos perigos e sendo ajudada por diversas personagens secundárias, como Ivy a vampira ou Jenks que é uma fada "pixie".

O objectivo deste primeiro livro é mais , na minha opinião, descrever o mundo em que a série se vai passar e apresentar as personagens que iremos seguir ao longo da série. Conhecemos "Hollows", um local onde as mais variadas criaturas sobrenaturais vivem; e conhecemos também Rachel (que, devo mencionar, neste livro não sofre grande evolução ou crescimento enquanto personagem  - irá crescer em livros posteriores) e outras personagens secundárias que achei simplesmente fantásticas! Adorei a Ivy e o Jenks está muito bem escrito, providenciando uma boa dose de humor ao livro.

Assim, "Uma Bruxa em Apuros" não deve ser lido como se fosse um livro único, mas sim como parte de uma série. Se o leitor entrar na leitura com isto em mente não ficará decepcionado com a história que contém acção, humor e mesmo um toque de romance e prepara aquele para as peripécias dos livros a seguir.

No geral esta obra é uma boa leitura, recomendada para todos aqueles que gostam de fantasia urbana e de séries como "Sangue Fresco".

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Opinião: Sistemas em Estado Crítico (Martha Wells)

Sistemas em Estado Crítico de Martha Wells Editora : Relógio de Água (2024)   Formato : Capa mole | 120 páginas   Géneros : Fição científic...