02 dezembro 2014

Opinião: The Eternity Cure (Julie Kagawa)

The Eternity Cure de Julie Kagawa
Editora: Mira Ink (2013)
Formato: Capa mole | 434 páginas
Géneros: Fantasia Urbana, Ficção Científica
Sinopse

AVISO: alguns spoilers para o primeiro livro
“The Eternity Cure” foca-se novamente Allison Sekemoto, uma jovem vampira que sobrevive num mundo distópico e muito duro.

Depois de deixar o seu grupo de amigos humanos na lendária cidade de Eden (uma cidade não controlada por vampiros), Allie parte em busca do seu criador, Kanin, que foi raptado pelo vampiro louco Sarren. Através do seu laço de sangue, Allie segue a pista de Kanin, mas acaba por encontrar Jackal, outro dos descendentes de Kanin.

Apesar de não confiar em Jackal que é, acima de tudo, um vampiro com “V” grande (que não se importa minimamente com os seres humanos), Allie tem de unir forças com o seu irmão de sangue porque o vampiro que vão enfrentar pode ser louco mas também é forte.

A sua busca leva-os a New Convington, a antiga cidade onde Allie viveu quando era humana. Aqui, Jackal, Allie e Zeke, o amigo humano de Allie, vão descobrir que Sarren tem planos horripilantes para o mundo, que incluem uma nova estirpe da Febre do Pulmão Vermelho.

Este segundo livro foi um pouco menos interessante do que o primeiro, mas mesmo assim revelou-se uma leitura compulsiva.

Allie continua a lutar contra a sua natureza vampírica, especialmente porque o seu caminho atual é bastante perigoso e ela fica ferida algumas vezes, precisando de se alimentar para se curar. A “Fome” é um elemento sempre presente.

A ação continua a ser uma parte predominante da história, com Allie, Jackal e Zeke a combaterem os rábidos, os homem-toupeira (os canibais que vivem nos subterrâneos de New Convington) e mesmo os afetados pela nova estirpe da Febre do Pulmão Vermelho. Há também uma componente romântica entre Allie e Zeke, que é dificultada pelas suas naturezas opostas: Zeke é um humano e Allie uma vampira.

Basicamente, tal como o primeiro livro, este tem tudo o que se pode querer para uma leitura compulsiva e muito interessante. Temos já mais algumas informações sobre as pesquisas levadas a cabo antes de tudo dar para o torto (na cura da Febre do Pulmão Vermelho), mas isso não empata o ritmo frenético e aditivo da narrativa.

No geral, uma ótima leitura. Tem as doses certas de ação, romance, mistério e também personagens carismáticas e interessantes. Que mais se pode querer?


Da mesma série:
  1. The Immortal Rules
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