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A mostrar mensagens de abril, 2015

Curtas: Ataque do romance histórico

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Mais uma edição das curtas, dedicada ao romance histórico, porque parece ser tudo o que me apetece ler, de momento. As opiniões, pelo contrário, teimam em não querer ser escritas, pelo que o melhor mesmo é deixar aqui apenas umas breves impressões. The Duke's Disaster de Grace Burrowes Editora : Sourcebooks (2015) Formato : e-book | 448 páginas Géneros : Romance histórico Sinopse . Impressões : O meu primeiro livro de Grace Burrowes. Não sei se este é o estilo habitual da autora, mas gostei bastante da forma como este livro está escrito, apesar de ter levado um bocado a habituar-me. Já li muitos romances históricos com a temática do casamento arranjado e uma coisa que têm em comum é o facto de quase todos apresentarem "insta-lust", ou seja, os protagonistas sentem-se sexualmente atraídos e a história parte daí. Neste livro, não é tanto assim. Há essa componente, mas não se lhe dá essa importância toda. Por isso é que gostei tanto, porque me pareceu que ...

It's Monday! What are you reading?

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Mais uma segunda-feira. Esta semana, continuo a ler os contos dos irmãos Grimm (que será uma leitura para durar, uma vez que compila várias versões das mesmas histórias, e mais um romance histórico (parece que isto também está para durar). The Perils of Pleasure - Julie Anne Long The Original Folk and Fairy Tales of the Brothers Grimm: The Complete First Edition Quanto a publicações, tivemos algumas, especialmente opiniões, mas também um "Aquisições da Semana"! Aquisições da Semana (47) Firelight (Kristen Callihan) Jovens Rebeldes - The Bucaneers (Edith Wharton) Opiniões fora do blogue: A Night to Surrender - Tessa Dare ( aqui ou aqui - em inglês) Rubrica da autoria de The Book Journey .

Opinião: Jovens Rebeldes (Edith Wharton)

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Jovens Rebeldes de Edith Wharton Editora : Europa-América (1996) Formato : Capa mole | 384 páginas Géneros : Ficção histórica Sinopse . ( A edição lida está em inglês, mas apresentam-se os dados da portuguesa ) Edith Wharton foi uma escritora norte-americana nascida em meados do século XIX (faleceu em 1937), que escreveu diversas obras, sendo a mais famosa das quais (e também a vencedora de um prémio Pulitzer) "A Idade da Inocência" ( The Age of Innocence ). Não sou muito de me forçar a ler clássicos; creio mesmo que, ao longo dos anos, adquiri uma espécie de aversão a tudo o que fosse livro classificado como "grande literatura" ou "clássico", por teimosia e porque não gosto muito de rótulos. Mas, se for sincera, é também um pouco por preguiça que não costumo pegar neste tipo de livros, que poderão, talvez, dar algum trabalho a ler e a absorver. No entanto, a sinopse para esta obra de Edith Wharton interessou-me, pelo que, apes...

Aquisições da Semana (47)

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Esta semana desgracei-me na Feira do Livro da Fnac. E apercebi-me de que preciso urgentemente de uma câmara como deve de ser que a do telemóvel deixa muito a desejar. Acho que não há mais nada a dizer. :P Sete Minutos depois da Meia-Noite, Patrick Ness O Jardim Secreto, Frances Hodgson Burnett Se Isto é um Homem, Primo Levi (sugestão da Célia do Estante de Livros ) Baseado na rubrica In my Mailbox.

Opinião: Firelight (Kristen Callihan)

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Firelight de Kristen Callihan Editora : Forever (2012) Formato : Capa mole/bolso | 372 páginas Géneros : Romance histórico, romance paranormal Sinopse . Continuando na senda dos romances históricos, mas desta vez com um toque de paranormal, decidi ler mais um livro que cá tenho por casa, intitulado "Firelight". Miranda Ellis é a filha mais nova de um comerciante (penso eu... talvez ele seja apenas proprietário de um navio de mercadorias, não sei bem) que passa por tempos difíceis, principalmente porque também gostava de roubar os seus clientes. Assim, devido a uma perda de fortuna ele e Miranda vivem muito mal e ela tem de roubar para poderem comer. E embora Miranda não goste de o fazer, ela sente-se responsável pela situação porque foi por sua culpa que o pai perdeu parte da fortuna (mas não toda, entenda-se - o resto foi mesmo culpa do pai). Benjamin Archer, é um conde (de qualquer coisa, já me esqueci do quê) e é muito rico. Quando salva uma jovem de 1...

Opinião: The Devil Takes a Bride (Julia London)

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The Devil Takes a Bride de Julia London Editora : HQN Books (2015) Formato : e-book | 368 páginas Géneros : Romance histórico Sinopse . Continuo com a pancada dos romances históricos e, entre tanta leitura, continuo a encontrar algumas obras do género que tratam de mais do que simplesmente a atração entre duas pessoas. Este "The Devil Takes a Bride", o primeiro livro que leio da autora Julia London, é mais uma história sobre um casamento arranjado (um tema de que gosto muito, reitero).  Grace Cabot tem pouco tempo para se casar bem. Agora que o seu padrasto, o Conde de Beckington morreu e que a sua mãe está demente, depressa esta e as suas irmãs serão postas na rua pelo novo conde e pela sua ambiciosa noiva.  Por isso, Grace vai para Bath e arranja forma se ser apanhada numa posição comprometedora com um jovem de quem ela gosta bastante. Infelizmente, quando chega a altura, encontra-se num abraço amoroso com... o irmão mais velho do seu pretendido! ...

Opinião: Silk is for Seduction (Loretta Chase)

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Silk is for Seduction de Loretta Chase Editora : Avon (2011) Formato : e-book | 384 páginas Géneros : Romance histórico Sinopse . Há livros sobre os quais temos muito a dizer. Livros que nos tocaram por uma ou por outra razão, nos quais notámos algo de especial, como um enredo bem construído, umas personagens bem desenvolvidas ou um mundo original. Isto não depende do género de livro que é, apenas do livro em si. E depois há outros sobre os quais pouco mais podemos dizer a não ser que gostámos da leitura. "Silk is for Seduction" de Loretta Chase pertence a esta última categoria. Marcelline Noirot é dona, juntamente com as suas duas irmãs, de uma loja de vestidos. A sua ambição é vestir a fina nata da sociedade britânica, mas tem de competir com outras lojas já mais bem estabelecidas pelo que, por agora, veste apenas a baixa nobreza.  Surge uma oportunidade de mudar o panorama quando o casamento do Duque de Clevedon com a filha de um conde (há muito...

Opinião: The Rake (Mary Jo Putney)

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The Rake de Mary Jo Putney Editora : Zebra Books (2012) Formato : e-book | 282 páginas Géneros : Romance histórico Sinopse . Aviso: Pequenos (quase insignificantes) SPOILERS. Março começou e acabou, e em abril continuo com os romances históricos. "The Rake" de Mary Jo Putney, foi publicado pela primeira vez em 1989 (com o título "The Rake and the Reformer") e é considerado um dos "clássicos" do romance histórico sensual. A edição que li, data de 2012 e sofreu algumas alterações, mas creio (segundo a autora), que a essência do original continua presente. Foi uma boa leitura. A personagem do aristocrata despreocupado que gasta fortunas ao jogo, tem amantes e priva com prostitutas de luxo, e passa as noites no clube a beber e a jogar é bastante comum neste tipo de livros, mas "The Rake" mostra-nos o outro lado deste estilo de vida libertino, celebrizado na Inglaterra do século XVII por vários aristocratas de alto gaba...

It's Monday! What are you reading?

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Depois de um fim de semana prolongado e muito produtivo em termos de leituras, chega mais uma segunda feira. Estou a ler dois livros, algo que não costumo fazer. No entanto, como um dos livros é composto por pequenos contos, que posso ir lendo de vez em quando, abri uma exceção. The Original Folk and Fairy Tales of the Brothers Grimm: The Complete First Edition The Devil Takes a Bride Quanto a publicações, não foram muitas (nem poucas), mas tivemos o post sobre as leituras do mês: O mês em leituras (março): números recordes e romances históricos Firefight de Brandon Sanderson Uma Fortuna Perigosa de Ken Follett Rubrica da autoria de The Book Journey .

Opinião: Uma Fortuna Perigosa (Ken Follett)

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Uma Fortuna Perigosa de Ken Follett Editora : Editorial Presença (2015) Formato : Capa mole | 568 páginas Géneros : Ficção histórica Sinopse . Só muito recentemente comecei a ler livros do Ken Follett (com uma notável exceção). Apesar da sua enorme popularidade, tanto internacional como em terras lusas, confesso que tenho algum receio de ler este tipo de autores super famosos, com inúmeros bestsellers em seu nome. Isto porque, geralmente, estes autores escrevem thrillers e livros de ação que, para mim, se revelam leituras muito semelhantes umas às outras e de uma forma que não aprecio particularmente. Exemplos são os livros de Dan Brown, que li uma vez e já não consigo reler e os de James Patterson, que não achei nada por aí além. Suponho que não serão os meus livros de eleição. Mas Ken Follett escreve também ficção histórica e, depois de ter lido o famoso "Pilares da Terra" (e de ter gostado) e o primeiro livro da trilogia "O Século" (do qual go...

O mês em leituras (março): números recordes e romances históricos

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E eis que passou mais um mês e chegou a altura de fazer mais um apanhado das leituras. Março foi um mês de números recordes relativamente a leituras: li mais de 20 livros (se contarmos os volumes 1 a 14 do manga Kimi ni Todoke , que reli em preparação para a leitura dos volumes mais recentes). Assim, li no total 33 livros, 16 dos quais foram volumes de manga (com cerca de 250 páginas cada), que, para ser sincera, podem ser lidos rapidamente, e 1 dos quais foi um conto com menos de 100 páginas. Ficamos com 16 livros "normais", ou seja, no fundo estou dentro da média de livros que leio por mês, mais coisa, menos coisa. Este mês dediquei-me, principalmente, aos romances históricos. Não foi devido a nenhum desafio ou algo assim, foi simplesmente porque estava para aí virada, suponho. Cheguei à conclusão de que agora procuro algo diferente neste género de livros: não apenas o romance, mas também as descrições ricas do período, pois quero ficar a conhecer mais sobre a so...